23 de dez de 2016

A verdade está lá fora #11 I Agentes sem rumo

Olá pinguins! Sejam bem vindos ao décimo primeiro capítulo de A verdade está lá foraVamos acompanhar os agentes sobreviventes tentando pela última vez acabar com os alienígenas?

Os  últimos capítulos serão postados mais cedo (por exemplo no sábado ou até na sexta).






Mata de pinheiros próxima ao galpão-base alienígena15:50 PM.

Pintado corria mancando desesperadamente para fugir do avião alienígena que o perseguia. O avião soltava tiros de raio laser para todo lado, parecia uma grande guerra. Até que Pintado cai no chão gemendo de dor ,ele havia torcido o tornozelo, ele estava no fim da linha, até que pegou sua arma laser e atirou na cabine do piloto, e algo pior aconteceu o avião caiu em cima dele e causou uma grande explosão, por um milagre ele sobreviveu! E se arrastou e logo se levantou, Pintado havia perdido o braço! Utilizando todas as suas forças andou até o galpão-base alienígena e caiu no chão novamente gemendo de dor.

Galpão-base alienígena16:00 PM.

Mas perto da entrada do galpão-base estava Sponge com sua arma laser, ele entrou surpreendendo os alienígenas com os tiros, matou a maioria do local, então ele foi até o corredor onde tinha muitas portas e entrou na sala de Theodore.

Todos olharam para Sponge, os agentes ficaram felizes em ver o amigo.

- Ora ora, parece que teremos que providenciar mais um caixão! Mua Ha Ha Ha! - diz Theodore

De repente Sponge não pensa duas vezes, parte para cima de Theodore. Ele pula em Theodore e começa a golpeá-lo com vários socos, Sponge consegue desarmá-lo, mas Theodore o joga perto da porta.

Theodore acionou o gatilho de sua arma, mas de repente Sponge entra na frente como Mister havia feito um dia para salvar Lililuane. E com este gesto heroico, ele conseguiu derrubar a arma de Theodore que caiu janela a fora e acabou caindo em cima da cabeça de Pintado, enquanto isso Sponge agora estava morto. Pintado pegou a arma e utilizou todas as suas forças para se levantar e andar até o galpão-base.

Juh chorava, Eduerafa e Danielps não se conteram e caíram no choro.

- Vocês tiveram sorte, agora estou desarmado, mais saibam que eu sou muito bom em luta! - diz Theodore

Eduerafa parte para cima de Theodore e o acaba jogando da janela, Theodore cai são e salvo lá embaixo, o local estava cheio de neve.

- Parece que o nosso plano falhou! Vamos embora! - diz Danielps

Antes disso todos se despediram de Sponge, logo após Eduerafa abriu a porta da sala e foram até o final do corredor, e abriram a porta que dava direto a grande sala cheia de veículos e armas alienígenas. Os alienígena começaram a atirar, os três pinguins aliados dos agentes atiravam nos alienígenas e em poucos minutos já se livraram de vários alienígenas, então Pintado aparece.

- Podem levar meu olho, meu braço, meu cadáver e até minha vida, menos os meus amigos!  - diz Pintado atirando em vários alienígenas que se aproximavam por trás de Eduerafa, Juh e Danielps

Eduerafa, Juh e Danielps corriam.

- Venha Pintado! - dizia Juh correndo

Pintado é atingido no peito e cai no chão.

- Não! Covardes! Idiotas! - diz Juh

- Rápido, corra! Não volte atrás acabarão nos matando! - diz Eduerafa

Local apenas com neve próximo da cachoeira do Dojo da Água, 16:15 PM.

Os três pinguins haviam perdido a batalha, minutos depois eles estavam sentados em um tronco de árvore próxima a cachoeira onde ficava o Dojo da Água.

- Covardes! Idiotas! - diz Juh chorando

- Mataram todos! Todos! - diz Eduerafa dando um soco no chão e chorando

Danielps consolava Juh em seus braços.

- Os outros agentes ainda estão vivos, só que devem ter seguido a mesma ideia de Pintado. Se isolar para evitar a morte. - diz Danielps chorando

- Eu sei que um dia um agente ou alguém conseguirá salvar a ilha desses alienígenas sanguinários! - diz Eduerafa chorando

- Devemos obedecer Pintado, se isolar para não morrer. - diz Juh chorando

- Graças a Pintado e Sponge estamos aqui, sem eles nós também seríamos mortos. - diz Danielps

Enquanto isso os únicos agentes que sobraram se isolaram, para não serem mortos pelos alienígenas. A população  muito infeliz agora estava nas montanhas.

Caverna próxima da Casinha da Mina16:20 PM.

Lamusta era um cientista de geologia (ciência que estuda a Terra, sua composição, estrutura, propriedades físicas, história e os processos que lhe dão forma. É uma das ciências da Terra) da EPF. Ele nunca fez uma missão se quer, apenas ficou nos laboratórios analisando rochas, mas ele sabia que a EPF não existia mais, mas ele também sabia que existia alguns agentes que estavam se escondendo para evitar o pior.

Mas ele era um cientista por fora de tudo que estava acontecendo na ilha, além de ser um pouco desligado. Mas ele sabia de uma invasão alienígena e era um dos perseguidos pelos alienígenas.

Estava estudando estranhas rochas que achou pela ilha, que na verdade não existiam na Terra, mas sim no planeta natal dos alienígena, e estavam sendo empregadas na construção dos edifícios alienígenas.

- Chamarei esta rocha de Lamustzito! - dizia Lamusta anotando todas as suas descobertas e observações

Lamusta havia terminado sua pesquisa sobre a nova rocha. E resolveu sair da caverna aonde havia se escondido com todos os seus pertences.

- Realmente parece que a ilha não tem mais chance! - diz Lamusta

De repente passa Danielps e Juh e Eduerafa vinha logo atrás.

- Até Juh. Até Danielps. Eu estou pensando em sair completamente desta ilha, indo até a Ilha dos Mercantes! - diz Eduerafa

- É um projeto muito ousado! - diz Juh surpresa

- Ou então eu me esconderei em alguma caverna. - diz Eduerafa

Danielps e Juh acena para Eduerafa olhando para trás e o casal tromba em Lamusta que acaba caindo no chão.

- Desculpe senhor! - diz Danielps

- Nos perdoe.- diz Juh

- Não há problema, eu sai um pouco para tomar um ar! Acabei de concluir um logo trabalho. Eu era um cientista de geologia da EPF, e estudei uma rocha alienígena, e agora estou pensando em me dedicar ao estudo das rochas encontradas em locais vulcânico, como o local onde há o Dojo do Fogo. - diz Lamusta

- Quer dizer que você era da EPF?! -diz Danielps

- Sim, eu vivia estudando rochas nos laboratórios da EPF. - diz Lamusta arrumando seu terno e seu óculos

- A gente saiu alguns minutos atrás da batalha digamos que final contra os alienígenas, mas já que você é da EPF recomendo a tomar muito cuidado e se isolar em sua caverna. - diz Juh

- Tome esta arma, será muito útil para você! - diz Danielps

- Muito obrigado, caso seja vítima daqueles alienígenas eu mostrarei que estou armado! - diz Lamusta examinando a arma

Juh e Danielps se despede de Lamusta, eles se isolariam em uma clareira em meio a mata fechada de pinheiros na área inóspita.

Lamusta entra novamente em sua caverna.

Centro16:30 PM.

Theodore estava em cima do palco enquanto a multidão alienígena se aglomerava, nas montanhas um telão transmitia o discurso de Theodore.

- Cara população! Eu declaro o fim da Ilha Club Penguin! - diz Theodore que é interrompido pela felicidade dos alienígenas, mas nas montanhas havia o desespero dos pinguins. E o início do Império Alienígena! - diz Theodore acompanhado dos aplausos dos alienígenas, mas nas montanhas o desespero era ainda maior.

Theodore entrou no seu carro acompanhado de dois guardas alienígenas e se dirigiu ao galpão-base alienígena.

- Parece que tudo deu muito certo! - diz Theodore no meio do caminho feliz por sua vitória

Sala de reuniões do galpão-base alienígena16:40 PM.

Theodore estava fazendo um projeto ousado juntamente com os alienígenas: construir uma estação espacial que ficasse em cima da ilha, mas poderia ir para qualquer lado da galáxia.

Os projetos estavam dando certo, graças aos conhecimentos alienígenas e as pesquisas sobre naves que Theodore roubou da EPF.

Seria uma estação espacial que substituiria o galpão-base, que passaria a servir apenas como uma base dos soldados alienígenas da ilha.

A estação espacial teria a sala do comandante, a sala de Theodore, a sala onde ficaria os soldados, vários corredores, bibliotecas, sala de reuniões, sala onde ficaria os veículos e armas alienígenas, entre outras salas.

Depois de muita discussão, começaram a realizar o projeto. Os engenheiros alienígenas e vários outros tipos de profissionais começaram a construir a estação bélica que tinha nada mais, nada menos do que 1 quilômetro de comprimento!

Como Theodore era fascinado pela natureza, não quis derrubar os pinheiros para construir a estação, então fizeram uma enorme plataforma no meio do oceano, e lá construirão a estação espacial.

Sala de reuniões do galpão-base alienígena17:30 PM.

Enquanto isso, Theodore estava em sua sala. Algúem abriu a porta, era ninguém mais que Drake!

Mas como estaria vivo? Simples, ele fingiu ter morrido, as fortes emoções tinha tirado ele da loucura, e então ele fingiu ter morrido, mas o laser atingiu de raspão mesmo assim.

- Você?! - diz Theodore pulando de susto de sua cadeira

- Eu fingi ter morrido e me recuperei da loucura com aquelas fortes emoções, você pagará caro por tudo o que fez para essa gente, seu verme. - diz Drake

- Parece que terei que te matar de verdade dessa vez! - diz Theodore

A segunda parte da batalha final se iniciou! Drake está vivo, mas será que sairá vivo dessa? Agora o Império Alienígena foi declarado, os agentes se isolaram e a Ilha Club Penguin não existe mais. O poder é alienígena, mas Drake é a única esperança do momento!

Esse foi o 11° capítulo de A verdade está lá fora. Fiquem atentos, pois sexta ou sábado que vem teremos o 12° capítulo (o último capítulo)! Até mais e... Pinguinando!