9 de dez de 2015

Invisible Penguins #5 I Chamas da destruição



Hello friends! Fefezinh digitando.

Aqui vem mais um capítulo de Invisible Penguins! Irão aparecer agora os novos ganhadores do concurso de personagens. Será que você virou um personagem? Confira! PS: mais um capítulo longo. :P


QG da EPF 14:00 PM

Fefezinh, junto com Bob, Floquinho, Annabeth e o novo agente, Davry, se encontravam para discutir o caso.

- Cara, esse assassino está ficando cada vez mais perigoso. - comenta Annabeth, pálida. - Quase que ele mata o Sponge!

- Devemos achar evidências para prendê-lo, e logo. - diz Bob.

- O que poderíamos fazer? - pergunta Davry. - Esse assassino aparenta ser bem esperto. Então devemos ser mais espertos que ele. Qual poderia ser a próxima vítima?

- Bom, ele tentou matar alguém próximo de nós. - diz Floquinho. - Deve tentar matar um de nós agora. Devemos ser cuidadosos.

Annabeth concorda, e percebe Fefezinh em silêncio. A cutuca, de leve.

- Tudo bem Fefe? Você está tão quieta. - diz Annabeth. Fefezinh desperta de seu devaneio.

- Desculpa, é que estou preocupada com isso. - diz Fefezinh.

- Que tal você passear um pouco? Certamente achar Sponge naquele estado deve ter mexido com você. - diz Davry. Bob concorda.

- Se quiser toco uma música relaxante para você. - diz Bob, tocando de repente bem alto. Todos tampam os ouvidos. Bob então para. Fefezinh sente os ouvidos doendo.

- Eu prefiro o passeio. - diz Fefezinh, sorrindo sem graça. - Boa sorte com isso, pessoal.

Fefezinh então sai do QG, enquanto os pinguins restantes discutem.

Centro 14:20 PM

Fefezinh passeava pelo Centro, quando percebe um vendedor de pinturas abstratas.

- Quadros! Quadros belíssimos! Venham, estão bem baratos! Cumprem ótima função de decoração. - grita o vendedor. O vendedor é um pinguim vermelho, com uma roupa quadriculada azul, sapatos parecendo tênis, de cores brancas, verdes e pretas, e usando um boné quadriculado de cor verde marinha, acompanhado de fones de ouvido de cor amarela. Ele percebe Fefezinh se aproximando. - Oh mileide, gostaria de um quadro?

- Não, estou apenas observando, senhor....?

- Pintado. Pode me chamar de Pintado. - diz o pinguim vermelho, dando um sorriso.

- Suas pinturas são realmente lindas, Pintado. - diz Fefezinh, olhando as pinturas. - Você que fez?

- Eu mesmo. Digamos que sou uma "alma criativa". - diz Pintado, rindo. Fefezinh sorri, e toca em uma pintura de um Fluffy no mar. - Se bem que nem se comparam a o que eu vi outro dia...

- O que você viu? - pergunta Fefezinh. O vendedor fica com a voz um pouco assustada.

- N-nada demais.... - diz ele. Fefezinh o encara. Pintado enfim se rende. - Está bem, eu falo! Sabe esse assassino que está atacando por ai?

- Sei... - diz Fefezinh, com o coração pulando.

- E-eu vi um dos assassinatos dele..... - diz Pintado.

- O QUE?? E você não foi para a polícia, não contou nada?!

- Desculpa! Estava com medo! - diz Pintado, tremendo. Fefezinh se acalma.

- Ok, fique calmo, e diga o que houve. - diz Fefezinh, se aproximando e se sentando perto dele. Pintado se senta também, respirando fundo.

- Bom, eu estava indo vender minhas pinturas algumas horas mais tarde. Digamos que passava das 22:00. Eu vi uma pinguim amarela observando as vitrines fechadas. Eu estava prestes a lhe oferecer minhas ofertas quando um pinguim encapuzado veio na frente dela, a assustando. Ela perguntou quem ele era, ele disse que ia lhe ensinar uma lição. Me escondi atrás de uma árvore, com medo de interferir.

- E depois? - pergunta Fefezinh.

- Ele puxou algo de dentro de sua capa. Uma arma a laser. Ele a agarrou. Estava usando luvas pretas de lã. A menina gritou, pedindo para ele parar, mas ele então atirou, e atirou, e atirou. E-ele....ele fritou a coitada. Então pegou uma serra elétrica e cortou o pé dela fora, logo o guardando em uma caixa, com o maior cuidado. Ele limpou a serra e o ferimento do pé dela, de modo que ninguém pegasse uma pista dele. Quando ele foi embora, corri para longe. Tive pesadelos com isso por dias.

- Minha nossa. Que horror. - diz Fefezinh, pensando. - Você consegue se lembrar de algo dele? Algo marcante?

- N-não....n-não m-muito bem.... - gagueja Pintado.

- Ok, é importante. Se você se lembrar de algo, vá para a EPF ou a polícia e avise. Você pode salvar mais vidas em perigo.

Fefezinh sai do Centro. Pintado suspira, e continua a vender suas pinturas. Só não perceberam um pinguim os observando, com expressão de raiva.

EPF 14:30 PM

- Quer dizer que temos uma testemunha?? - diz Annabeth, feliz. - Que ótimo! Teremos mais chance de pegar o assassino assim.

- Sim, mas vão com calma caso forem entrevistá-lo. Ele ainda está com trauma. - diz Fefezinh.

- Mas já é alguma coisa. - diz Davry. - Esse assassino não perde por esperar!

Então aparece uma ligação de G no telefone de Annabeth. Ela atende.

- Alô? - fala Annabeth. - Ok, botarei no viva-voz.

- Olá agentes. - diz G, a voz ainda estranha pelo áudio do telefone.

- Tem alguma nova notícia pra gente? - pergunta Floquinho.

- Bom, notícias dos policiais. Eles não encontraram nada de útil no iglu de Mara. Além de que Mister está desaparecido. Não se sabe a localização dele. - diz G.

- O que? Ele simplesmente sumiu assim do nada? - diz Bob. - Suspeito, muito suspeito.

De repente a barriga de todos começa a roncar.

- Eita. Festival da fome. - comenta Fefezinh, rindo. - Também, não comemos quase nada desde aquela festa ontem.

- Eu topo um pouco de café e biscoitos. - fala Floquinho. - Vamos!

Café 14:40 PM

No café, os 5 agentes se sentavam confortavelmente.

- Garçonete? Garçonete! - grita Davry. - Que serviço demorado.

- Já vou, já vou! - diz a garçonete, chegando perto. Era uma garçonete de cor roxa, com cabelos marrons. Ela serve o café e chocolate quente, e bota os biscoitos na mesa. - Clientes, não sabem esperar.

Fefezinh pega uns biscoitos, gulosa, enquanto Annabeth toma um pouco de chocolate quente. Os outros se servem. Fefezinh acaba derrubando um biscoito, que rola para longe. Ela corre atrás dele, e quando ia pegá-lo, ela tromba com uma pinguim de cor rosa e cabelos loiros.

- Oh, desculpa! - diz a pinguim, ajudando Fefezinh a se levantar. - Devia ter prestado atenção.

- Sem problema. Ultimamente to tão desastrada. - diz Fefezinh, rindo. - Qual seu nome?

- Lililuane. - diz a pinguim, arrumando os cabelos loiros. Ela entrega o biscoito, todo sujo. - Aqui está seu biscoito.

Fefezinh sorri ao ver o estado do biscoito. Lililuane dá um sorriso, e então joga o que restava do biscoito no lixo, como se acertasse uma bola de basquete em uma cesta.

- Belo arremesso. - diz Fefezinh, acenando e voltando para sua mesa. Se ela não chegasse a tempo, ia ficar sem biscoitos. Dá uma mordida em um com gotas de chocolate, conversando com animação com seus amigos. Mesmo terminando de comer, conversam por mais algum tempo. Quando está tarde, eles acenam e saem, indo a seus iglus.

Plaza 22:00 PM

Uma figura encapuzada corria pelo Plaza deserto. Ele vai para trás do Hotel Puffle, observando algumas janelas dele ainda iluminadas. Tinha gente por lá. Ao perceber isso, a figura sorri e pega algo em seu bolso. Um isqueiro e um galão de gasolina. Espalha a gasolina por de trás do prédio sem ninguém ver, então joga o isqueiro. As chamas começam altas. Ele sorri e corre para longe, protegido pela escuridão da Floresta.

22:30 PM

Fefezinh lia um livro com seu puffle, Niro, em seu iglu.

- Está vendo isso, Niro? - aponta ela para o livro. - Isso sim é literatura de qualidade. Estou ansiosa para saber o que acontece no final.

Niro responde com um barulhinho, quando ele nota o telefone secreto de Fefezinh tocando. Ele o pega com a boca e o dá para sua dona.

- Obrigada. - diz Fefezinh, atendendo o telefone. - Alô?

- FEFEZINH! EMERGÊNCIA, ALERTA VERMELHO! - grita G. Fefezinh fica assustada.

- O que...o que houve G?

- O Plaza está pegando fogo! E tem gente presa por lá. Precisamos de toda a ajuda possível! - grita ele. Fefezinh sente a emergência da situação e logo corre ao Plaza, com Niro o seguindo.

Plaza 22:35 PM

Fefezinh, quando chega para o Plaza, nota uma visão assustadora. Chamas engoliam os prédios.


Além do Hotel Puffle, as chamas também atingiram o Shopping e o Pet Shop. A Pizzaria já começava a arder também.

- SOCORRO! - gritavam alguns lá dentro. Bombeiros trabalhavam a todo custo, tentando controlar o fogo. O fogo traiçoeiro já fazia estragos por dentro. A fumaça saía de lá fortemente, provavelmente quase sufocando os que ainda estavam por lá. Ela encontra Annabeth observando a situação. Fefezinh diz para Niro se proteger, e ele fica perto de uma multidão que observava os acontecimentos, com os olhos em choque.

- Annabeth! O que houve?? - pergunta Fefezinh, correndo até ela. Annabeth olha para a amiga, pálida e assustada.

- Eu recebi um aviso do G, sobre o incêndio. Precisamos ajudar a tirar as pessoas de lá.

- Cadê os garotos?

- Estão ajudando os bombeiros a controlar o fogo. Vamos!

Fefezinh e Annabeth sobem em escadas de metal perto dos prédios, e ajudam a tirar algumas pessoas de dentro pelas janelas. A fumaça era realmente asfixiante. Depois de um tempo, tiram uma pinguim adulta de lá, que estava em pânico.

- Meu bebê! Meu bebê está lá dentro! - grita ela. Ela tinha cor verde.

- Fique calma. Vamos ajudá-la. - diz Fefezinh.

- Meu bebê! Por favor, me deixe voltar! Preciso salvá-lo! - grita ela de novo. Annabeth e Fefezinh trocam olhares, quando veem a outra escada de metal, de um dos caminhões de bombeiro, tremendo. Uma pinguim subia. Era Lililuane.

- EI, SAÍA DAÍ! - grita um dos bombeiros, vendo a pinguim subir. A pinguim então entra no prédio, correndo e tossindo. Estava no Spa, olhando em volta, quando ouve o choro de um bebê. Vê um pinguim enrolado em uma manta branca, de cor verde escura. Exibia uma cara de choro devido a fumaça. Lililuane pega o bebê e pula para fora, logo descendo ao chão. Toda suja.

- Meu bebê! - grita a pinguim adulta, o pegando e o beijando na testa. Ela chorava. - Oh, muito obrigada!

- S-sem problema. - diz Lililuane, tremendo e se limpando. Fefezinh e Annabeth chegam perto, depois de se certificarem de que não havia mais ninguém lá.

- Você estava louca?! Como ousou entrar no prédio assim? Você podia ter morrido! - diz Annabeth, encarando Lililuane. A pinguim rosa faz uma expressão tímida.

- E-era necessário. - diz Lililuane.

- Não faça mais isso. Você se arriscou demais. - diz Fefezinh.

- Eu só queria ajudar. Afinal...também sou agente da EPF. Ouvi sobre esses assassinatos, e quando ouvi sobre o incêndio, eu vim logo para cá. - diz Lililuane.

- Garotas! Tudo bem ai? - grita Bob, que vieram junto com Floquinho e Davry, molhados.

- Tudo ótimo. Só uma inconveniência. - diz Annabeth. - Mas apesar de ter sido perigoso, você fez bem. Aquela mãe está bem agradecida agora.

- Eu vi você. Você foi incrível! - diz Davry, deixando Lililuane vermelha. Ela então parece se lembrar de algo.

- Encontrei uma coisa essa manhã. Algo haver com esse assassino. Estava animada para mostrar, mas com tudo isso, eu esqueci. Venham! - diz Lililuane. Os 5 agentes a seguem. Fefezinh vai até Niro, e depois de pegar seu puffle, agora aliviado com a situação, nota em uma das paredes do Hotel Puffle depois de apagadas completamente as chamas, a frase "Se preparem para queimar no Inferno.". E pior, escrita com laser. Uma frase do assassino.

Iglu de Lililuane

- O que é que você quer mostrar? - pergunta Floquinho, interessado. Lililuane levanta um objeto que estava dentro de uma bolsa de plástico transparente, para não contaminar. Todos arregalam os olhos.


- Não....acredito....nisso.... - diz Bob. O objeto era uma arma a laser! - Será possível? Será essa a arma do assassino?!

- Provavelmente. Nunca vi uma arma assim! - diz Annabeth. Lililuane sorri.

- Vou entregar essa arma com Lililuane para a EPF. Estamos perto de pegar esse assassino doentio. - diz Fefezinh, sorrindo. - Podem ir para seus iglus agora. Nos encontramos amanhã.

Centro 00:00 AM

Pintado andava pelo Centro, com suas artes. E o nota vazio. Ele, quando ia voltar para seu iglu, um vulto encapuzado o agarra, tampando sua boca.

- Quietinho, quietinho ai.... - sussurra o vulto, sorrindo. - Então você viu um assassinato meu? Adoro platéia, mas nesse caso, platéia só atrapalha, sem dúvida.

Pintado arregala os olhos. Era o assassino! Ele tenta olhar como ele era, mas então o assassino aperta mais sua boca, quase parando sua respiração.

- Escute aqui, eu vou ser bem claro. Caso fale ou ajude a EPF, em qualquer coisinha que seja relacionada a mim, eu juro que o mato. Irei fritá-lo vivo, e você irá viver em um mundo bem pior do que esse! Você está me ouvindo? - fala o assassino. Pintado começa a ficar pálido, e acena a cabeça devagar, dizendo que sim. O assassino o joga no chão. Então pega uma arma a laser, ainda mais avançada, e dá um tiro no pé de Pintado, o fazendo arder e doer muito.

- AI! - grita Pintado, com lágrimas nos olhos.

- Para levar a minha ameaça a sério. - diz o assassino, correndo para longe, e deixando Pintado a só, ainda tentando recobrar o que aconteceu. Ele chora mais, e corre para seu iglu depois de um tempo, deixando todas as suas pinturas no Centro.

E esse foi o quinto capítulo! Um incêndio! Caramba! Sorte que não houve mortos. Esse assassino é mesmo doentio. Quem será que é ele? Ah, e parabéns a Pintado e Lililuane, por ganharem! A vocês que estão tristes, aqui uma boa notícia: em vez de serem dois ganhadores.....serão quatro! Isso mesmo. Irão aparecer dois novos personagens no próximo capítulo! Ansiosos? Digam o que acharam do capítulo nos comentários!