19 de nov de 2015

Invisible Penguins #2 I Investigando lembranças passadas


Hello peoples! Fefezinh digitando! Aqui vem mais um capítulo de Invisible Penguins! No capítulo passado vemos que é encontrado um cadáver! E agora 4 agentes conhecidos nossos irão resolver um mistério, além de mais alguns. O que será que pode acontecer? Quem será o culpado? Continuem lendo e divirtam-se:



Farol, 10:30 AM

Fefezinh estava com Sponge, Floquinho e Annabeth falando com uma pinguim que aparentava ser amiga da vítima.

- Larissa costumava ser tão legal. - diz a pinguim, uma pinguim amarela com cabelos pretos e um vestido preto e rosa. Aparentava nervosismo. - Nem sei como ela acabou morta.

- Ela tinha inimigos? - pergunta Sponge.

- Nenhum, ela era amada por todos próximos dela. - diz a pinguim.

- Bem, obrigada pela atenção. - diz Annabeth, e os 4 agentes saem de lá.

- Gente, notei uma coisa... - diz Sponge.

- Que coisa? - pergunta Floquinho.

- Ela disse que era amada por todos "próximos" dela. Então o assassino deve ser alguém desconhecido, que a escolheu aleatoriamente ou algo assim. - diz Sponge.

- Pode ser, o palpite faz sentido. - diz Fefezinh. - Vocês já sabem como a vítima morreu?

- Eu fui na EPF ontem, em uma sala desconhecida. Fizeram uma "autópsia" do corpo. - diz Annabeth, tremendo. - Cara, que coisa nojenta!

- Sim, sei, sei, mas qual é a morte? - pergunta Fefezinh.

- Obviamente devido às queimaduras do corpo. Os arranhões brilhantes foram feitos por um objeto afiado. Já as queimaduras por uma espécie de laser desconhecido. - fala Annabeth.

- É um caso bem estranho. - fala Floquinho. Sponge concorda, e o telefone secreto dele toca. Havia recebido uma nova mensagem do G.

- "Um novo agente veio para trabalhar com vocês." - ele lê. - Quanto mais gente, melhor. Esse caso é bem difícil.

- Sim, vamos! - diz Annabeth, e os 4 agentes correm para a EPF.

 Não encontram ninguém, exceto um pinguim de cor marrom, usando um moletom preto, uma capa azul, um boné azul escrito "CP" e uma máscara preta que contornava os olhos. Tocava algumas notas vindas de uma guitarra preta e verde que segurava.

- Oh, olá. - diz Annabeth, se aproximando. - Você é o agente que vai trabalhar conosco?

- Não. - responde o pinguim, com tom irônico. - Sou o entregador de pizza.

- Credo, não precisa ser grosso. - diz Fefezinh, cruzando as nadadeiras. O pinguim marrom para de tocar.

- Desculpa, é que essa pergunta foi meio boba. - diz o pinguim, se levantando da cadeira onde estava sentado. - Me chamo Bob. G me contou tudo sobre o caso. Bom, estou pronto para começar.

- Que bom! - diz Fefezinh, otimista. - Poderíamos investigar o iglu da vítima. É um iglu bem isolado, o que poderia ter facilitado o assassinato.

- E se isso não adiantar? - pergunta Floquinho, timidamente.

- Bom, ai continuamos tentando. Não podemos parar com esse assassino a solta. - diz Fefezinh, decidida. Annabeth sorri.

- Bom, vamos começar. - diz Sponge,.

Iglu da vítima, 11:30 AM

Os 5 pinguins chegam no iglu da vítima. Estava intocável, com a fita da polícia ao redor do iglu. Eles veem dois policiais na frente do iglu.

- Opa, é proibido entrar aqui. - diz um dos policiais, os barrando. - Aqui é a casa de uma vítima de homicídio. Não podem entrar.

- Somos da EPF, senhor. - diz Fefezinh. - Fomos botados em um caso para investigar logo esse homicídio.

- Provem que são da EPF. - fala o outro policial. Fefezinh pensa em algo para provar, então Sponge tem uma ideia. Pega o telefone secreto dele e liga para o Gary. Gary aparece no telefone.

- Alô? - pergunta Gary. - Sponge? O que é agora?

- Fomos investigar o iglu da vítima e não nos deixaram entrar. - diz Sponge.

- Ok, ok, já era esperado. Deixa eu falar com os policiais. - fala Gary. Sponge mostra o telefone dele para os policiais, que ficam surpresos ao ouvir a voz de G.

- Desculpa, é que é necessário muito cuidado aqui. Pode ter provas essenciais. - diz o policial, e então dá luvas para todos os 5 agentes. - Usem isso, não queremos contaminação das possíveis provas.

- Contaminação? Eu tomo banho todo dia tá? - diz Annabeth, vestindo as luvas e entrando no iglu.
Os outros vestem também e entram com cuidado. O iglu estava bem arrumado, com um sofá vermelho com almofadas xadrez e uma TV de tela plana na sala. Em uma estante, todos os livros em ordem alfabética.

- Pelo visto a vítima era obcecada por limpeza. - fala Bob, olhando o lugar. - Estou sentindo um cheiro forte de detergente vindo da cozinha.

- Irei verificar o quarto dela. - fala Floquinho. - Pode ter coisas importantes lá.

- Eu vou também. - fala Fefezinh. - Annabeth e Sponge, poderiam dar uma olhada na cozinha?

- Sim, capitã! - fala Sponge, rindo. Annabeth solta uma risada também e vai com ele até a cozinha.

- Tomarei conta da sala. - diz Bob. Fefezinh assente com a cabeça e vai para o quarto com Floquinho. Bob olha ao redor da sala iluminada pela luz natural do sol. Olha as prateleiras, procurando alguma coisa pelo menos "interessante". Não achou nada depois de alguns minutos. Ele então desanima e acaba derrubando uma fileira de livros sem querer. Suspira e os recolhe, e quando ia botar eles na estante novamente, notou um baú no fundo da estante.


Certamente foi escondido graças a fileira de livros que derrubou. Bob o pega. Era um baú chique, mas cheio de poeira, e trancado por uma espécie de código. Ele olha surpreso o baú, e o analisa por alguns segundos, tentando abri-lo...

Quarto, dois minutos atrás.

Fefezinh e Floquinho entram no quarto da vítima, um quarto bem arrumado e bem....pink. Havia rosa nas cobertas da cama, nas cortinas da janela, nas estantes e até nas roupas que Larissa usava ainda viva.

- Uou... eu não aguentaria tanto rosa. - diz Fefezinh. - Tá até me deixando enjoada, blergh.

- Quer um remédio para curar esse enjoo? - fala Floquinho, dando um sorriso. Fefezinh ri.

- Eu estou bem, apenas procure algo que pode ser importante aqui. - diz ela.

 Floquinho assente com a cabeça e procura nas estantes. Fefezinh olha o quarto ao redor. Ela sente que está ficando rosa também. Ela então procura dentro de um armário de madeira pintado de....adivinha a cor né? Puro rosa! Ela procura entre as roupas, e não acha nada de mais.

- PESSOAL! - grita a voz de Bob lá embaixo. - Achei uma coisa!

- Deveríamos ir. - diz Floquinho. Fefezinh concorda e os dois correm lá para baixo. Bob segurava aquele mesmo baú que mencionei a vocês, e ele balançava o baú para cima e para baixo tentando abri-lo. Annabeth e Sponge já estavam perto dele observando o baú.

- E se você abrir com uma faca? - fala Annabeth.

- Não vai adiantar. Esse baú está bem trancado. - fala Sponge. - E esse cadeado é bem complicado.

- O que é isso que vocês estão vendo? - pergunta Fefezinh. Bob mostra o baú.

- É um baú, obviamente. E bem difícil de abrir. - fala Bob, tentando abrir com toda a força que conseguia. - Já tentei chutar a senha, mas sem sucesso.

- Isso é um cadeado com senha? - fala Fefezinh, curiosa. - E uma senha com 6 números. Vai ser difícil demais abrir isso.

- Talvez a senha seja algo pessoal. - sugere Annabeth. - Algo tipo uma data especial. Descobriram algo no quarto?

- Nada, exceto que a vítima amava ser patricinha. - fala Floquinho, dando de ombros. - E vocês?

- A vítima amava salada. Quem consegue afastar a fome com isso? - pergunta Annabeth, fazendo cara de nojo. - E sem sal, ainda por cima!

Fefezinh então se apoia na parede perto da estante, e vê a parte de um livro bem escondido atrás dela. Fefezinh o pega. Era um diário rosa, com um cadeado.

- Olhem o que achei gente! - fala ela, mostrando o diário. - Com esse rosa, aposto que é da vítima.

- Também tem um cadeado... - fala Bob, desanimado. - Como vamos abrir?

- Tenho uma ideia. - fala Annabeth, pegando um pequeno grampo de cabelo no bolso de seu moletom listrado. Enfia o grampo no cadeado e consegue abri-lo. - Uau, não é que deu certo?

- Ok, vejamos... - fala Fefezinh, abrindo o diário e o lendo. A última página escrita revelava que a vítima saíra com as amigas, nada demais. Continua procurando e então acha uma página em que a vítima terminou com o namorado. As palavras escritas eram bem exageradas. Datada de 10/11/15, uma data bem recente. - Ok, tenta essa data!

Bob bota a data marcada no cadeado e o cadeado faz um barulho metálico, logo abrindo. Bob joga o cadeado longe e abre o baú. Dentro dele havia um enorme facão, coberto na ponta por algum líquido vermelho parecendo sangue, e também um líquido fluorescente brilhante.


- Um facão? Minha nossa.... - fala Annabeth. - Aposto que foi usado pelo assassino!

- E agora? - pergunta Floquinho, encarando o facão de modo estranho.

- E agora? - repete Sponge, sorrindo. - Levamos esse facão para analisar. Ele estar aqui sem dúvida não é coincidência.

14:30 PM

Os 5 agentes esperam em um corredor, em uma construção desconhecida da EPF.

- Que construção é essa? - pergunta Floquinho, depois de um tempo, entediado.

- Tipo uma construção policial para investigações, eu acho. - diz Bob, dando de ombros. Um pinguim chega, de cor laranja, com um jaleco branco. Parecia bem sério.

- Teremos que ver o corpo? - pergunta Annabeth. - Que nojo!

- Não, não terão. Apenas precisam de saber algumas coisas mais. - fala o pinguim. - Vimos o sangue no facão, o sangue é da vítima. Mas há DNA da vítima no cabo do facão, bem recente, o que significa que foi a vítima que usou o facão. As marcas no corpo brilhantes coincidem com o facão perfeitamente, além de que encontramos tinta fluorescente nos arranhões, igualzinha a que também foi encontrada na ponta do facão.

- Isso quer dizer que....a vítima que fez os arranhões no próprio corpo? - fala Fefezinh, assustada. - Automutilação? Mas por que a vítima botou tinta fluorescente nos ferimentos?

- Provavelmente para se lembrar sempre dessas marcas. Além de poder disfarçá-las. A maioria que faz automutilação não gosta que os outros vejam o que fizeram a seu corpo. - diz o pinguim.

- O motivo disso provavelmente é por ter se separado do namorado. Por isso aquela senha no baú. - Fala Sponge. - Mas então ela se matou?

- Na verdade, não. O ângulo das queimaduras leva a crer que não foi ela que fez isso. - fala o médico. - Continua sendo assassinato.

- Que caso cansativo! - reclama Annabeth. Os outros concordam.

- Teremos que resolver isso, e rápido. - fala Fefezinh.

10:30 PM, Centro.

A pinguim amiga da vítima olhava as vitrines, no Centro deserto. Lojas fechadas. Um pinguim armado com um capuz preto aparece. Ela se assusta.

- Quem é você? - pergunta ela, tremendo.

- Alguém que irá lhe ensinar uma lição. - fala o pinguim, sorrindo. A única coisa que dá para ouvir é o grito da pinguim, que é logo silenciado.

E esse foi o segundo capítulo! Meio longo, devo admitir. Digam o que acharam nos comentários! Arrivederci! Ah, e thank you a Sorian, nosso novo desenhista que fez essas imagens lindas, como viram. Até o próximo capítulo, pessoal! :P